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Quarta-feira, 13 de Outubro de 2021 - 21:04:41hs

ATENÇÃO: PIX virou ferramenta para os bandidos.

Golpe no PIX: conheça 4 tipos mais comuns...

Por Redação RegionalMS
ATENÇÃO: PIX virou ferramenta para os bandidos.

Nos últimos dias o golpe no PIX disparou nos municípios de Alcinópolis, Figueirão, Camapuã, Costa Rica, Coxim, Chapadão do Sul e Cassilândia, os golpes que tem crescido bastante, geralmente utilizam também o aplicativo “whatsapp”, os bandidos copiam uma foto de outra pessoa, colocam no perfil, ou clonam seu telefone e pede transferência de PIX, as solicitações (pedidos) de dinheiro tem quase sempre as mesmas desculpas, é para saúde, ou uma conta urgente para pagar, o prazo é naquela hora.

Então internautas fiquem atentos, todo cuidado é pouco.

Golpe no PIX: conheça 4 tipos mais comuns.

Clonagem do WhatsApp. 

Provavelmente você já ouviu falar em alguém que caiu neste tipo de golpe. Funciona assim: o criminoso entra em contato com a vítima, usando argumentos com o intuito de convencê-la a informar o código de segurança do WhatsApp, enviado por SMS. Esse código é utilizado para acessar a conta e, com isso, cloná-la. No momento da tentativa de convencimento, o criminoso pode dizer, por exemplo, que o procedimento faz parte de uma atualização de segurança do aplicativo ou de uma confirmação cadastral. Uma vez aplicado o golpe, os criminosos podem enviar mensagens aos contatos da vítima pedindo empréstimo de dinheiro via Pix por uma situação de uma emergência, por exemplo.

Golpe da falsa conta no WhatsApp.

Nessa modalidade de golpe no Pix, os criminosos colhem dados da vítima, incluindo fotos (que podem ser retiradas de redes sociais públicas) e criam uma conta falsa em nome dela no WhatsApp. Em seguida, descobrem os números de telefone de amigos ou familiares da pessoa. Depois, enviam mensagens se passando pela vítima, dizendo ter mudado de número de celular. Na sequência, pedem dinheiro via Pix.

Golpe do falso funcionário do banco.

 Nessa fraude, o golpista entra em contato com a vítima se passando por um funcionário de uma instituição financeira.

O suposto funcionário entra em contato oferecendo “ajuda” para o cliente cadastrar uma chave Pix, fazer um teste no sistema ou regularizar seu cadastro, por exemplo. Na sequência, a pessoa é induzida a fazer uma transferência bancária. Para convencer a vítima, o golpista pode utilizar até áudios de uma falsa central telefônica. Esse áudio reproduz gravações profissionais, iguais ou muito semelhantes àquelas utilizadas por grandes instituições financeiras.

Suposto bug no Pix 

Por fim, o “suposto erro no Pix” pode ocorrer tanto por serviços de mensagens instantâneas, como o WhatsApp, quanto por redes sociais.

Basicamente, a pessoa recebe uma mensagem que diz que, em função de um bug no sistema do Pix, é possível “ganhar dinheiro ao fazer uma transferência usando determinadas chaves”. Uma ação rápida que, na verdade, pode levar a vítima a perder dinheiro.

 

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